segunda-feira, 21 de abril de 2008

arcscene para visualização de imagens em 3d









Imagem em 3D do arcscene na zpa de Natal











Muitas vezes, as prefeituras precisam visualizar fotografias em angulo obliquo, dessa forma o angulo da camera pode ser diferente, mas em casos de ausência de dados, há uma função do arcscene que pode simular, a partir de uma imagem aérea em duas dimensões, o relevo imageado.

Primeiro adicionamos as curvas de nível da região imageada no arcmap.
Segundo, criamos o tin a partir dela lembrando informar no software o campo elevation para definir a altura.
Adicionamos a região correspondente na imagem ao tin, lembrando que devem estar nas mesmas coordenadas geográficas para que se sobreponham e também ter a mesma área.
adicionamos o tin no arcscene.
Adicionamos a imagem áerea correspondente ao tin na mesma área.
Clicamos com o botão direito da imagem e em propriedades.
Na aba base heights vamos em obter heights for layer from surface.
Lembrando que esse surface será nosso tin com a altura.
Poderemos aplicar uma z unit conversion para aumentar o exagero vertical. Eu coloquei cinco mil no exemplo para realçar bastante, mas esse exagero nao corresponde a realidade.
Na imagem podemos ver graças a essa ferramenta quais dunas fixas não foram erodidas e mantém sua altura.

sábado, 11 de agosto de 2007

modelo de risco


Nesse mapa um modelo de declividade de natal, a partir de curvas de nível que mostram a cota, eu fiz esse tin e após georreferenciar no mesmo datum as quadras do município e esse tin, verifiquei várias habitações em situação de risco de deslizamentos: que são as que estão em mais de 45% de declividade.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

mapa inicial


Google e Microsoft Duelam na Guerra dos Mapas
Foram nada menos que 100 milhões de downloads nos últimos 12 meses. Não há dúvidas de que o Google Earth (www.earth.google.com) é uma febre, uma mania que não pára de crescer. O sistema em expansão, que já chegou aos usuários do sistema Linux e de micros Macintosh, agora ganha concorrentes de peso como o Microsoft Live Local (www.local.live.com).Mas o Google quer mais. "O sistema ainda precisa crescer, o mundo é muito grande. Confesso que fiquei decepcionado quando não consegui achar imagens do meu hotel em São Paulo pelo Google", disse Michael Jones, chefe de tecnologia do Google Earth, Maps and Local, que esteve semana passada na capital paulista participando do congresso GeoBrasil. "Os serviços de localização (de hotéis e restaurantes) chegarão ao Brasil. Não posso dizer quando, mas nossa intenção é mapear todas as cidades de forma completa."A Microsoft, por seu lado, afia suas armas. No final do ano passado, Bill Gates anunciou a estratégia Virtual Earth, rebatizada de Windows Live Local, que vem recebendo diversos investimentos. O último deles foi a compra, em maio, da empresa Vexcel, companhia de geoinformação austríaca. Disponível em versão de testes, o WLL tem uma ótima qualidade de imagem e oferece tanto fotografias quanto mapas e sistemas de localização de lojas e de ruas."Por enquanto, o Windows Live Local tem esses serviços somente para os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Não podemos dizer quando também teremos o Brasil mapeado, mas Bill Gates deu o prazo de cinco anos para ter todo o planeta dentro do Windows Live Local", disse Frans Leberl, diretor da Microsoft-Vexcel, também no GeoBrasil.Já a França lançou recentemente seu próprio sistema, o Geoportail (www.geoportail.fr), que mapeia todo o território francês --até a Guiana e a ilha de Reunião.Fonte: Folha de S.Paulo www.folha.com.brFator GIS www.fatorgis.com.br